sábado, 2 de novembro de 2013

COMO REPREENDER O DEVORADOR? Final




A CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ E O DÍZIMO.

Esta é uma das perguntas mais frequentes: 
“Então o cristão não pode contribuir com 10%?”
 Pode sim.

O cristão é livre para contribuir com qualquer percentual; quem não é livre para contribuir com qualquer percentual é exatamente o dizimista, pois esse já está debaixo da ordenança da Lei dos 10%.

Mas, pela lei da Graça que há em Cristo Jesus, o cristão pode contribuir com qualquer percentual, inclusive com 10%, porém, temos que saber separar uma contribuição cristã de 10% dada livremente e com propósito de coração, de outra contribuição de 10% dada pela ordenança da Lei como percentual mínimo, “na qualidade de dizimista".
A contribuição de 10% dada livremente e com propósito de coração, é espiritual; sendo espiritual e dada livremente, então, a próxima contribuição poderá ser um percentual maior ou menor, de acordo com as possibilidades e o propósito do coração.

Porém, a que foi dada pela ordenança da Lei como percentual mínimo, “na qualidade de dizimista” não! Essa tem que ser sempre 10%, pois se tratando da prática do dízimo, esse percentual é automaticamente imposto pela ordenança da Lei.

Mas, o Evangelho de Cristo nos liberta dessa prática, e nos coloca na prática da lei da liberdade: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo vos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gl 5.1).

Na história de contribuição financeira existem três poderes:

1º: O poder natural do dinheiro.

2º: O poder do cumprimento de percentual.

3º: O poder da contribuição em justiça (que opera por amor).

O poder natural do dinheiro é material, com ele se adquire coisas materiais. O poder do cumprimento de percentual é carnal, é o cumprimento de uma ordenança da Lei que expressa confiança na carne, ou seja, na capacidade humana (tem que ser no mínimo 10%).

Mas o poder da contribuição em justiça (que opera por amor) é espiritual, é o cristão ofertando independentemente de percentual, mas por puro amor e justiça; com ele o cristão se reveste da armadura de Deus, reputada como “armadura da justiça”.

Nas armaduras de Deus mencionadas pelo apóstolo Paulo em Efésios 6. 10-17, ela se identifica com a couraça da justiça, citada no versículo 14. Aos Coríntios, Paulo falando sobre contribuição, diz: “Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres: a sua justiça permanece para sempre” (2 Co 9.9).
Irmãos, ao finalizar este capítulo, quero despertar à cada um para que se conscientize que a contribuição financeira efetuada de maneira adequada, exerce um papel muito importante na nossa vida. Pois o cristão deve agir ativamente em todos os aspectos espirituais e automaticamente na área financeira.
A contribuição financeira praticada com procedimento verdadeiramente espiritual, além de atender às necessidades da obra de Deus, também proporciona bênçãos ao próprio contribuinte. É exatamente deste assunto que falo com ênfase no capítulo 10 deste livro.

Peço-lhes, pois, irmãos, que suportem esta exortação; pois a minha missão diante de Deus é levar a todo cristão à prática correta da fé, em Cristo Jesus, Salvador e Protetor das nossas almas, ao Qual seja glória para todo o sempre.

Amém.

Paz Seja Contigo!

Um comentário:

  1. Prezada irmã Fernanda, após receber seu comentário em meu post:
    ARREBATAMENTO: Ainda não é o fim e ocorrerá antes que o Evangelho seja pregado a toda criatura.


    Retornei para esclarecer-te a pergunta

    O texto de Mateus 24. 19 - 20, o Senhor Jesus está profetizando ao povo judeu que não será arrebatado por não ter crido que nEle (Cristo) como o Messias prometido e por isso passará pela grande tribulação.

    As grávidas judias nesse tempo de angústia, terão maior dificuldade de fugir do cerco do anticristo a Israel, principalmente se essa fuga se der no inverno.

    Portanto, a igreja gentílica (nós) estamos isentos da rebeldia de Israel, porquanto não somos judeus e sim a Igreja de Cristo na Terra.

    A nós cristãos lavados e remidos pelo Sangue do Cordeiro devemos permanecer vigilantes e menos religiosos, enchendo-nos do Espírito Santo a cada dia, para que possamos não só amar a Deus sobre todas as coisas, mas também ao próximo como a nós mesmos.

    Firmemo-nos no Evangelho de Cristo e levantemos a nossa cabeça, pois a nossa redenção está próxima!

    Espero ter esclarecido a irmã que nós já passamos por muitas aflições e perseguições no mundo por pertencer a Cristo e não precisamos de nenhuma grande tribulação, pois Cristo já pagou o preço da nossa redenção.

    Que a paz de Cristo que excede todo entendimento sossegue o seu coração.

    Paz Seja Contigo,
    JC de Araújo Jorge

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